A Confluent acelera seu CI/CD em 70% após migrar do Jenkins para o Semaphore.

Sneha Wadhwa, Engenheira de Software Sênior II na Confluent, compartilha como a migração do Jenkins para o Semaphore transformou os fluxos de build e release da empresa. Ao modularizar pipelines, maximizar o paralelismo e aproveitar os recursos de artefatos e promoções do Semaphore, a Confluent reduziu o tempo de build de empacotamento em 70% e encurtou a duração dos releases em 75%, usando 50% menos recursos.

Neste vídeo, você vai encontrar as respostas para estas perguntas:

Por que a Confluent migrou do Jenkins para o Semaphore?

A Confluent já usava o Semaphore em várias cargas de trabalho na nuvem e decidiu unificar todos os processos de CI/CD em uma única plataforma. O objetivo era reduzir manutenção, simplificar a experiência dos desenvolvedores e eliminar o custo de gerenciar múltiplos sistemas.

Queríamos um único sistema de CI/CD unificado para a empresa inteira — sem ficar alternando ferramentas entre times.

Quais workflows foram migrados?

Os pipelines de empacotamento e release da Confluent Platform (CP) foram os primeiros a migrar. Esses pipelines lidam com mais de 35–40 componentes, construindo e lançando combinações complexas como tarballs, RPMs, pacotes Debian, bibliotecas JAR e imagens Docker, tanto para deploys all-in-one quanto modulares.

Migrar workflows tão complexos não foi fácil, mas o esforço valeu a pena — nossos processos agora são mais eficientes e escaláveis.

Quais princípios de design guiaram a migração?

O time não fez apenas um lift-and-shift dos pipelines do Jenkins — eles os redesenharam seguindo alguns princípios-chave:

  • Modularização: decomposição de estágios monolíticos do Jenkins em blocos menores no Semaphore, facilitando manutenção e escalabilidade.
  • Cache com Semaphore Artifacts: uso do cache nativo de artefatos para mover saídas de build entre estágios, acelerando empacotamento e dependências.
  • Paralelismo: execução simultânea de jobs independentes em múltiplos agentes, reduzindo drasticamente o tempo total do pipeline.
  • Workflows dinâmicos: uso de templates para gerar e disparar workflows dinamicamente em tempo real.
  • Promoções: substituição de um único pipeline enorme por workflows modulares de promoção, capazes de reexecutar apenas partes específicas e rodar em paralelo para recuperação mais rápida e maior confiabilidade.

Ao modularizar e paralelizar, transformamos builds que levavam horas em workflows leves e eficientes.

Como a automação e o monitoramento melhoraram a confiabilidade?

O time da Confluent implementou alertas automáticos no Slack, criação de tickets no Jira e dashboards no QuickSight para visibilidade em tempo real e resolução mais rápida.

  • Falhas disparam imediatamente notificações no Slack e issues no Jira com detalhes do build.
  • Métricas e dados de sucesso/falha são enviados a dashboards para acompanhamento de tendências.

O tempo médio para detectar falhas caiu de 30 minutos para zero — eliminando completamente a triagem manual.

Quais foram os resultados?

O impacto foi enorme:

  • Builds de empacotamento: de 7,5 horas → 2,5 horas (70% mais rápido)
  • Uso de recursos: 50% menor
  • Pipelines de release: de 30–35 horas → 8 horas (75% mais rápido)

A necessidade de velocidade foi o nosso principal motor — e o Semaphore entregou.

Como foi o suporte do Semaphore durante a migração?

Os engenheiros da Confluent elogiaram a rapidez de resposta e a colaboração técnica do Semaphore.

Um hi-five virtual e um enorme obrigado ao time do Semaphore pelo suporte incrível ao longo dessa jornada.

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